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BRASIL, Mulher, de 26 a 35 anos, Livros, Atlético Mineiro
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Jornal da Ana Fátima


Voltando a escrever por aqui...

Sabem que estava com saudades...

Vou reler e reescrever alguns textos...

A vida passa e a gente aprende que sempre tem o que aprender...

Já que não tenho síndrome de Gabriela, vamos lá...



Escrito por Ana Fátima às 16h39
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Brás Cubas, Quincas Berro D’água, Augusto Matraga, Sr. José / Assis, Amado, Rosa, Saramago

 

 

 

A literatura realista nasce na França, com Flaubert e Zola. Flaubert é o vanguardista na idéia de trazer a realidade nua e crua para os livros. Filtra, basicamente, os aspectos reais pela sensibilidade. O afastamento do sobrenatural e do subjetivo cede lugar à observação objetiva e à razão, sempre, aplicadas ao estudo da natureza, orientando toda busca de conhecimento.

Os temas não mais exaltam os valores sociais, como no romantismo, mas os criticam ferozmente. Outra grande característica do realismo, além da crítica social, é o tratamento de caráter psicológico que as personagens recebem. As personagens são descritas a partir de seus pensamentos, hábitos e contradições.

                A obra Memórias Póstumas de Brás Cubas inaugura o realismo brasileiro, contando a história de um defunto, após sua morte, é um morto autor, nunca um autor morto. Ele pode contar a própria história sem o crivo sensacionalista e julgador da sociedade. Conta de sua vida decadente, com os aspectos psicológicos da vivência do narrador. Não das situações, nem das paisagens, o que importa é a descrição interior das personagens. Um morto pode falar mais do que um vivo, pois já não pertence à nossa sociedade, mas a outra esfera; aquela de quem já não pode ser julgado. Em “A morte e a morte de Quincas Berro D’água”, o morto é tido como alguém digno de respeito, aquele que deve poder servir de exemplo às crianças e às gerações vindouras. Talvez este seja o grande trunfo de Quincas Berro D’água e Brás Cubas.

                Quincas Berro D’água nasce da morte de Joaquim Soares da Cunha, Matraga nasce da morte de Augusto Esteves e Sr. José nasce de um amor platônico. Os quatro livros são compostos de crises emocionais e fatos de iniciação reflexiva. A análise feita por Brás Cubas faz ser refletida uma imagem de sociedade e um cenário de sentimentos que transparecem na visão dele. Os cenários de Berro e Matraga se confundem e o do Sr. José simplesmente é espetacular. As imagens produzidas por Saramago são de uma clareza difícil de se entender em um livro escrito de forma tão direta. Talvez seja pelos diálogos escritos tais quais seriam no cinema ou no teatro.

A morte está sempre presente nos três livros: Brás Cubas é um morto que fala, Quincas é um morto do qual falam, Matraga é um sujeito às voltas com a vontade de ir pro céu assim  que morrer e o Sr. José procura uma mulher que ele nem sabe se já morreu.

                A imaginologia presente em Brás Cubas, Quincas, Matraga e Todos os Nomes é uma chance grande de que as realidades são muitas e iguais e convertem-se em uma só. Sim, todas as coisas têm nomes e todos os nomes são alguma coisa.

               

                                                                                              

 



Escrito por Ana Fátima às 08h49
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Homenagem...



Escrito por Ana Fátima às 00h27
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Não podemos elogiar nada... Eu estava achando lindo ver o futebol bonito e a humildade dos meninos da vila...Mas, eis que um dos mais experientes, que deveria dar o exemplo, faz uma coisa daquelas... Eu nem estava achando ruim o Santos ganhar do Atlético... Mas, depois daquilo eu fiquei indignadaaaaa... Bica Galoooooo...



Escrito por Ana Fátima às 21h04
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Escrito por Ana Fátima às 21h26
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Escrito por Ana Fátima às 21h20
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Goleiros do Galo

Em 1908, mais precisamente no dia 25 de março, EURICO CATÃO dava vida à primeira camisa número 1 do Galo... Depois dele, muitos suaram aquela camisa na posição mais ingrata e mais bonita do futebol no clube mais glorioso das alterosas... Hoje, 26 de abril, seguem alguns dos nomes que já vestiram ou vestem o manto.

 

Anos 30


35 a 54 – Kafunga

39 a 42 - Espanhol

 

Anos 40

 

46 a 51 - Armando Gione – Mãos de Onça

 

Anos 50

 

51 a 57 - Sinval

58 e 59 - Caetano Silva – Veludo

 

Anos 60


59 a 62 – Fábio

62 e 63 - Marcial

63 a 65 – Luiz Perez

67 – Gustavo Carias

68 a 73 - Mussula

66 a 70 – Hélio

 

Anos 70

 

68 a 76 – Careca

70 a 72 - Renato

72 a 74 - Mazurkiewicz

76 a 89 – João Leite

76 e 77 – Ortiz

77 a 80 – Sérgio

78 a 85 – Luiz Eduardo

 

 

 

Anos 80


80 e 81 – Celso Bottega

81 a 87 – Pereira

86 a 91 - Rômulo

87 a 90 - Maurício

 

 

 

 

Anos 90


90 e 91 – Carlos Gallo

91 a 95 - Humberto

92 - Fred

92 e 93 – Cláudio Santos

93 – Luiz Henrique

93 e 94 – Assis

94 – Léo Percovich

95 e 96 – Adílson

96 e 97 – Paulo César Borges

95 a 98 – Taffarel

95 a 99 - Hugo

98 – Hiran Sapgnol

98 e 99 – Émerson

98 a 01 - Kléber

99 – Fabrício

99 - Léo

 

 

 

 

Anos 2000


1999 a 2004 - Velloso

2000 a 2002 – Edmar

2001 e 2002 - Milagres

2002 a 2004 – Eduardo

2002 a 2004 - Bonan

2004 a 2006 – Bruno

2004 e 2005 – Danrlei

2005 a 2007 – Diego

2005 a 2009 – Edson Lisboa

2006 e 2007 – Laílson

2007 a 2009 - Juninho

2008 - Sérvulo

2008 e 2009 – Bruno de Fuso

2009 – Nícolas

2009 – Paulo Vítor

2009 – Renan Ribeiro

2009 - Aranha

2009 – Carini

2010 – Marcelo

 



Escrito por Ana Fátima às 22h55
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Mundo da fantasia

 

O primeiro livro, a gente nunca esquece? Sei lá se com todo mundo, mas comigo foi assim. A Família Ratatão foi o primeiro livro da minha vida de leitora. Foi o início de uma sequência de leituras constantes, de um vício incontrolável, de uma fome insaciável por letras, palavras, sensações, idéias.

Mas acho que o letramento independe de alfabetização. Já lemos muitos textos antes de sabermos decodificar as letras. Por isso, não acho que A Família Ratatão tenha sido meu primeiro indício de letramento, mas eu o li ao meu irmão, sentada em um banquinho de frente a ele, entre nós uma mesinha de concreto, no meio da praça Getúlio Vargas, em uma manhã nublada, no ano de 1985.

Li também Lúcia Já Vou Indo. Consigo ouvir a melodiosa letra daquele livro, parece escrita sobre uma estrutura ensaboada de ciranda de roda. Acho que já nasci gostando de ler. Nenhum professor teve problemas em me fazer querer ler alguma coisa. Meus pais sempre foram leitores assíduos.

Lembro-me de meu pai lendo pilhas e pilhas de livros espíritas. Mamãe, professora de história e língua portuguesa. Papai, advogado e escritor. Sempre deram tanta importância aos livros que as estantes lá de casa ficavam na sala de estar.

Na minha adolescência, li todos os volumes da Agatha Christie da Biblioteca Municipal. Lia crônicas em coletâneas e nos jornais. Sempre gostei de Roberto Drummond.

Gosto de sentir o que as personagens sentem, de perder o ar de tanta emoção. Amo textos ambientados em outros tempos, antigos, que me permitem sentir o cheiro de uma época, ouvir os sons de uma paisagem amarelada... Chego a sentir as barbatanas daqueles espartilhos apertando minha cintura.

Acho que, ao estudar Letras, minha paixão pela leitura, pelas entrelinhas, aumentou consideravelmente. Gosto também de livros-documentários. Sei lá, acho que gosto de tudo que é fantasioso e me permite fantasiar.



Escrito por Ana Fátima às 23h34
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Perfil 2010

Sinto muito, sinto o tempo todo... Sou feita de sensações. Amor, raiva, calor e frio... Tudo isto me compõe o dia inteiro, intensamente. Se o dia tivesse 30 horas, eu as viveria intensamente e ainda me sentiria apertada dentro dele, usando cada segundo para me expandir. Eu me entrego completamente a tudo que me proponho, sou do tipo que veste a indumentária toda. Não dispenso um ritual. Ah, tem coisa melhor do que um ritual? Que delícia colocar uma roupa especial para determinada situação, guardar aquela bebida para comemorar a hora em que consegue ser atendido por aquele bendito SAC de uma empresa de banda larga? Rsrsrsrsrsrsrsrs, rir baixinho, no silêncio de uma sacada que só você teve? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, gargalhar sozinho, fazer um barulhão, provocar risadas em todos ao seu redor? Bom mesmo é ser feliz, ser feliz e mais nada... Encarar a vida com um tdb estampado na testa o tempo inteiro, ao invés de rugas de ranzinice... Sabe que andei refletindo sobre e até para a morte eu arrumei solução? A solução para a morte está na vida. Se vivermos bem, seremos eternos, a grande chave da imortalidade é sobreviver nos outros... Isto é a onipresença: viver tão bem a ponto de se esquecer de morrer... Deitar o corpo que usou como casa no caixão... Plantar o amor para e pelos outros e deixar-se colher para e pelos outros...



Escrito por Ana Fátima às 15h40
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Construtorial

 

Alienados ou não, vamos nos construindo, pouco a pouco, lentamente, de um jeito sem volta. Nossas memórias são as percepções que nos fizeram ser o que somos ou o que não somos. A construção de nossa personalidade é feita com pontos de vista vistos do ponto onde somos vistos.

Minha personalidade é feita com retalhos de marcas deixadas por cortes profundos provocados por atitudes de todos os tipos. Ajo de forma a pregar a negação do que foi ruim e a repaginar as boas lembranças. Somos todos máquinas de 1 ou 0, um binário que ou é ou não é. O que é meio termo deu pau, não funciona, tem que ser reconfigurado. Aprender a dizer não foi minha mais recente conquista. Não tenho que ser Mulher Maravilha, não tenho que arcar com as responsabilidades do outro. Cada um deve tomar conta da própria vida, o que já é muito, pois deve ser bem feito. Em 2009 aprendi a dizer não e o que eu aprendi, na realidade, foi dizer sim pra mim. Não é egoísmo, mas tenho que cumprir com minhas obrigações. Fazer o que o outro deveria fazer também é uma forma de alienação e de alienar. Como professora, não posso admitir que meu aluno ache que alguém vai fazer por ele o que ele deve fazer. Esse tipo de governo assistencialista que nos está alienando é uma das amarras encontradas por mim para formar cidadãos participativos. A impressão que eu tenho é que todos vão viver de Bolsa Barriga para o resto da vida.

O jeito que se tem , se é que se tem jeito, é conversar bastante e mostrar exemplos de países formados por indivíduos apáticos frutos de governos assistencialistas e ditadores demagogos.

 



Escrito por Ana Fátima às 16h46
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Agora eu estou também no Twitter: http://twitter.com/anafatimagalo



Escrito por Ana Fátima às 18h36
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A 1ªedição do Jornal Mural S2 é temática: Mães

Os alunos das turmas 61, 62 e 82 escolheram textos, escreveram mensagens, descreveram as mães e chegaram a uma conclusão: as mães são todas iguais, amam demais, esperam demais, querem demais e são demais. A personagem da vez é a Rosângela, ela foi escolhida a Mãe do Bairro 2009. Ela personifica a mãe moderna, trabalha fora, cuida da casa e ainda faz trabalhos sociais voluntários. Muitas de nossas mãs foram retratadas em pequenos textos produzidos pelos próprios filhos e, de quebra, um texto retirado do livro Linguagem Nova mostra que todas somos iguais e temos nossas particularidades. Duas histórias de 'Aconteceu comigo e com minha mãe' fecham o jornal. Boa leitura e feliz Dia das Mães...



Escrito por Ana Fátima às 14h36
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Para Cláudia, com carinho

A homenagem abaixo foi redigida pelo aluno Wender de Castro Gonçalves, da turma 61, em homenagem à sua mãe, Cláudia e a todas as mães dos seus colegas de classe.

 

Mãe, você é tudo para mim, você mora no meu coração, é a luz que me ilumina em todos os caminhos da minha vida.

Mãe, você é a pessoa mais bonita do mundo. Que Deus a abençoe por ser uma pessoa guerreira e batalhadora.

Mãe, você partilhou com Deus a criação da minha vida, depois me ensinou a viver, respeitando e amando meus semelhantes. Se todos me abandonarem, eu sei que você estará comigo.

Mãe, você me ensinou a ter paciência, a perdoar, sentir confiança e ter a segurança do seu amor constante e incondicional, que me faz sentir quanto Deus me ama.

Mãe, aprendi a sorrir com seu sorriso, tudo que sou e espero ser eu devo a você e a Deus.

 

                      Wender de Castro



Escrito por Ana Fátima às 14h28
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Será?

NEM TÃO IGUAIS

 

Dizem que todas as mães são iguais, mas não é bem assim. Cada uma tem um jeito especial.

Será que sua mãe se parece com alguma das mães famosas de desenhos? Ou será que ela é a cara da Mãe da Comunidade 2009?

 

MUITO VAIDOSA

Marge Simpson não descuida de seu enorme penteado azul. Ela tem o maior carinho pelos filhos, Lisa, Bart e Maggie, e está sempre tentando evitar que seu marido, Hommer, entre em confusões. Ela trabalha fora de vez em quando e já teve um emprego na polícia e outro em uma usina de energia nuclear.

 

POKEMÃE

Delia Ketchum é a mãe de Ash e está sempre preocupada com o filho que vive se envolvendo em batalhas para se tornar o maior treinador Pokémon do mundo.

Memo assim ela dá o maior apoio ao garoto. No filme dos Pokémon de 2000, ela é seqüestrada pelo misterioso Pkémon Unown e precisa de ajuda de seu filho para se salvar.

 

UMA FAMÍLIA ESTRANHA

Ela se chama apenas Mãe e não tem rosto. Isso só poderia acontecer em um desenho cheio de maluquices como A Vaca e o Frango.

É mesmo difícil imaginar como seria a mãe de dois irmãos tão diferentes.

 

LIGADA EM TECNOLOGIA

Como vive no futuro, Jane, de Os Jetsons, tem máquinas para ajudá-la no dia-a-dia e um robô que faz o serviço de casa.

Seu marido, George, é bem atrapalhado. A filha adolescente sonha ser uma estrela de rock e Elroy, o caçula, está sempre fazendo invenções. Mesmo com toda essa agitação em casa, Jane nunca perde a calma.

 

DE OLHO NOS BEBÊS

Angélica se parece com sua mãe, Charlote, uma executiva que adora festas. Nos episódios de Os Anjinhos ela nem percebe o que a filha apronta. Mas quando se dá conta, é bronca na certa. Didi é mãe de Tommy, que faz biscoitos deliciosos e vive ocupada. Muitas vezes é ela quem pega Angélica no flagra e salva a turminha.

 

AMIZADE ANTIGA

Wilma e Beth são amigas inseparáveis no desenho Os Flintstones. Mesmo vizinhas elas têm longas horas de conversas pelo telefone. Junto com Fred e Barney e as crianças, Pedrita e Bambam, formam uma grande família.

 

 

ELA NÃO PÁRA

Nem todo mundo tem uma mãe aventureira como Marianne, de Os Thornberrys. Ela é professora e cineasta e viaja por regiões selvagens para filmar documentários sobre a natureza. A família aproveita para curtir mil aventuras e conhecer novos lugares.

 

MÃE-CORUJA

Quem disse que ninguém dá atenção para Johnny Bravo? Ele é o queridinho de Bunny, sua mãe. Os dois se entendem muito bem e ela sempre está por perto para incentivá-lo. Se todos gostassem dele tanto quanto Bunny, ele seria mais convencido!



Escrito por Ana Fátima às 14h27
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Rosângela

MÃE DO BAIRRO 2009 – MÃE MODERNA

 

Você já imaginou a responsabilidade de ser uma MÃE MODERNA? Pois é.

Apresentamos-lhe Rosângela. Tem 41 anos, dois filhos, trabalha fora, tem que cuidar da própria casa e ainda encontra tempo para ser voluntária no Projeto Arte e Culinária.

A mãe do Bruno e do Diego é também a Mãe do Bairro Padre Vítor 2009. Já atuou como Ministra da Eucaristia, é muito amada pela comunidade por ser prestativa e amorosa.

Em entrevista aos nossos repórteres William Alves e Getúlio Lima, afirmou que o que mais gosta no bairro são os vizinhos e que se pudesse mudar alguma coisa para que o mundo fosse um lugar melhor, acabaria com a violência.

Desde 2002, os Conselhos Comunitários de Varginha promovem a votação de uma moradora para homenagear as mães da comunidade.

As candidatas são indicadas pelos moradores e votadas em assembleia aberta, ou seja, todos podem participar da escolha.



Escrito por Ana Fátima às 14h26
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